Arquivo do blog
- dezembro (1)
- junho (1)
- setembro (2)
- maio (1)
- agosto (1)
- maio (1)
- abril (1)
- janeiro (3)
- agosto (1)
- junho (1)
- abril (2)
- março (2)
- setembro (2)
- agosto (1)
- julho (1)
- junho (2)
- maio (1)
- março (1)
- fevereiro (2)
- janeiro (2)
- outubro (2)
- julho (3)
- junho (1)
- abril (2)
- março (4)
- fevereiro (2)
- janeiro (3)
- dezembro (2)
- novembro (1)
- outubro (2)
- julho (2)
- fevereiro (1)
- dezembro (1)
- outubro (1)
- setembro (1)
- agosto (2)
- julho (3)
- junho (2)
- maio (4)
- abril (5)
- março (2)
- fevereiro (3)
- janeiro (3)
- dezembro (19)
- novembro (8)
- outubro (2)
- setembro (6)
- agosto (6)
- julho (3)
- junho (2)
- maio (3)
domingo, dezembro 30
Canhotto
É que esta cada vez mais difícil colocar para fora tudo o que machuca e conforta aqui dentro, por isso me limito em 'oi e olá' parecendo um pouco seco e desinteressante, mas é o máximo que eu consigo dizer sem demonstrar tamanho sentimento calado no meu interior.
Assim tudo vai mudando e continuando tudo tão igual, parece que estou e não estou na sua vida... Você às vezes me parece tão estranho. Suas meias palavras, seus trejeitos de um ar de mistério, mistérios esse que tento desvendar, mas, desvendo da maneira errada. Eu vendo falsas convicções a seu respeito pra mim mesmo e não consigo comprar.
É que me engasga e me sufoca, eu não sei dizer e não respiro. Eu piro, e isso não é legal. Eu não sei a dose certa, sempre perco o freio. É que tudo o que é muito bem calculado e planejado nunca me encantou, sempre fui de loucos e insanos amores... E hoje pago a conta cara.
sábado, dezembro 1
Rascunhos
Eu amo as madrugadas. Mas é que elas me roubam de um jeito e me avassalam com uma introspecção tal, que é difícil saber para onde eu vou quando acordo. E um trecho, só um trecho de livro, faz com que eu me perca em-si-mesma por entre redemoinhos, labirintos, galáxias... para dentro. Coisa de gente maluca. E eu deixo tocar aquela canção, da faixa de sempre, do CD que eu mais ouvi nessa última semana... e é estranho. É tão estranho.
Não tem tristeza aqui. É pensamento. Gosto de ficar em casa sozinha, descalça, botando água nas plantas e sentindo meus pés pela tábua fria. Mas é que hoje eu matei um vaso de flor, porque não tive paciência pra ele. Eu podia ter botado mais água, colocado no sol, mas é que eu queria que ele florisse antes. Ele não floriu, eu joguei fora. No lixo. A imagem daquele vaso bonito... caído, largado, tristonho me mostrou tanta coisa...
Eu enxergo metáforas por todos os lados, mesmo nesse meu vaso de flor. É que eu não aprendi a ser paciente. E quando as coisas não são exatamente da forma que eu espero que elas sejam, eu sigo em frente. E as flores morrem, fenecem, murmuram lá trás.
Se isso é bom? Acho que não. Mas é que na minha vida eu aprendi que às vezes para alguma coisa florir é preciso mais que cuidado ou fé... é preciso semente.
Assinar:
Comentários (Atom)

